Soneto

 

 

Amante, Galante

 

Debaixo desse sol que desanima,

Caminho com você, por uns instantes.

Embaixo do lençol, me reanima

E faz com que me sinta um grande amante.

 

É lindo este seu corpo, uma escultura,

Com seios que, são plenos, uma delícia!

Seus lábios que me buscam com carícias,

Remetem meu desânimo, às alturas!

 

Bem fortes suas pernas, que me envolvem,

Se abrem e, à minha meta, me conduzem,

Àquele paraíso fascinante!

 

Prostrado eu não fico, sou galante!

Meus beijos recrudesço, ponto a ponto,

E logo, p’ra você, de novo, pronto!

 

Manoel Virgílio

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