“Amar, é amar …” e “Colombo. a Confeitaria”

 

Ontem, enviei por  e-mail, para todos meus amigos o soneto "Amar, é amar …", mas como foi com dois erros na métrica, o estou postando já corrigido. Também estou postando o "Colombo, a Confeitaria" que fiz atendendo a um convite, da Sala Academia Virtual de Poetas , para participar de uma Ciranda, tema "A Colombo".

  

 

Amar ,  é amar

 

Amar, é amar o céu, a natureza,

Seus olhos, seu sorriso e beleza.

Amar, é amar o mar, o ar marinho,

Seu corpo e, no seu colo, fazer ninho.

 

Amar, é amar a chuva e o frio,

O amor, que alivia meu calafrio.

Amar, é amar o vento na janela,

Dormir, juntinhos, os dois sob as flanelas.

 

Amar, é amar a noite na procela

Os pés aquecer, nos pés que são os dela,

Dormir, vendo seu rosto que sorri!

 

Amar, é acordar com o Bem-te-vi,

Tomar café com leite, na manhã,

Nos lábios dela, o gosto da maçã!

 

Manoel Virgílio

 

 

  

 

Colombo, a Confeitaria

 

Da porta da Colombo se sente

Que, dentro, a “belle époque” é presente.

Visão que nos reporta ao Rio Antigo,

Ao Rio que ao francesismo dava abrigo.

 

Salões tão ricamente ornamentados,

Pela alta sociedade valorados.

Artistas que, famosos, os freqüentaram

Políticos, por ali, também, passaram.

 

Assim, nos seus salões, foram fregueses:

Rainha Elizabeth, dos ingleses,

Getúlio e Juscelino, Presidentes,

Bilac, grã poeta, mui presente!

 

Bengalas, casimiras e cavanhaques,

À época, na moda, eram destaques.

 

Manoel Virgílio

 

 

 

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