Menor de Rua

  

O Destino do Menor de Rua

 

Que espera o pequenino, abandonado,

Que vive pelas ruas da cidade?

Sozinho, sem um lar e rejeitado,

Um paria, sem lugar na sociedade.

 

E vive, entre outros de mais idade,

Na única Escola que freqüenta:

– Do vício, que o crime lhe apresenta

Qual seja sua opção, sua verdade!

 

Sentindo a revolta de ter fome,

De tudo que a vida lhe consome,

Assume o papel de criminoso.

 

Um fado lhe aguarda, horroroso:

– Se, logo, não morrer, assassinado,

Fará, em algum presídio, o seu mestrado!

 

Manoel Virgílio 

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