Madrugada, de Rose Mori

Reabrindo meu Recanto de Encantos, após as séries de Natal e Ano Novo, uma postagem com Rose Mori. 

 

MADRUGADA

(Rose Mori)

 

Do incerto nasce mais um poema…

No meio da madrugada fria,

a inspiração desperta repentinamente,

interrompendo o repouso do corpo,

e grita alucinada, dentro da mente,

até ser lançada numa folha de papel.

Frases, muitas vezes,

sem sentido, desconexas,

mas infladas de sentimento e  emoção,

que percorrerão o tempo

à procura de abrigo,

quem sabe,

em outro coração afim…

Talvez, sejam lembranças do espírito,

que se libertam do inconsciente…

Ecos de um passado longínquo,

perdido no espaço,

ou, quem sabe,

sejam, apenas,

aspirações da alma

que anseia pelo retorno ao infinito…

Uma incógnita que  a mente não explica

e sequer entende.

Dos conflitos internos,

entre razão e coração,

não há vencedores e nem vencidos,

apenas  cansaço…

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