Cadê a Sorte?

Hoje posto o prometido "Cadê a Sorte". Amanhã homenageio o poeta Jenario de Fátima que estará aniversariando, postando dois sonetos de autoria dele.
 

 

Cadê a Sorte ?

 

Eu uso às orelhas, sempre, arruda,

P’ra ver se minha sorte, um dia, muda.

Porém, também, aos céus eu peço ajuda,

Espero que, assim, algo me acuda.

 

Subi toda a escada lá da Penha,

Nas sextas, vou rezar nos Capuchinhos.

A sorte, na loteca, talvez venha,

No Jóquei, vou jogar nos cavalinhos.

 

Eu tenho, lá em casa, um “Bem Me Quer”,

De “Espada de São Jorge” comprei muda,

P’ra ver se não discuto co’a mulher

E aprendo a viver, sempre, em caluda!

 

À espera dessa sorte, hoje, entendo

Que sorte é, ainda, estar vivendo.

 

Manoel Virgílio

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