Poetas que admiro – Márcia Sanchez Luz

 

MÁRCIA SANCHEZ LUZ

 

1ª. Parte: Quem é Márcia.                                             

 

 

   

 

 

 

 

MÁRCIA SANCHEZ LUZ (MÁRCIA GUIDUGLI SANCHEZ LUZ) – 28 de maio de 1957. Natural de São Paulo, capital, Márcia formou-se em Literatura Inglesa e Francesa. É pedagoga, psicóloga e tradutora de Inglês e Francês. Iniciou sua vida profissional como tradutora e redatora, tanto de manuais técnicos como de normas de documentação e projetos na área de Informática. É autora de diversos trabalhos de tradução e versão técnica nas áreas de alimentos, refrigeração e informática. Na área de Psicologia, desenvolveu um trabalho voluntário com crianças limítrofes. Casada, mãe de Tatiana e Bruno, mudou-se para Araras, interior de São Paulo, onde continua com seu trabalho de tradução, além de ministrar aulas de Inglês e Francês no estilo “Tailor Made”.

 

“Da menina, da adolescente, da estudante, da psicóloga, da mãe, da filha, da irmã, da mulher – de todas as pessoas que a habitam e de sua luta valente. Das angústias sociais e pessoais, amores frustrados, arroubos que elevam ou arrasam e passam, certezas e dúvidas e as dívidas íntimas que geraram erros, acertos, sonhos, pesadelos, inconformismo, desejo de concertar o mundo, alegrias e dores passadas e presentes. De esperanças e desesperanças. Dessa biografia de atitudes e sentimentos humanos nasce a  poetisa Márcia Sanchez Luz, que esperou 49 anos para se expressar, e agora o faz  confirmando que “toda centelha do prazer divino nasce de um pouco da tristeza humana” (Raul Machado, em A Um Poeta), e”florescendo em versos o seu sentimento, repartindo o coração em frutos de ouro”. Francisco Sanchez

 

Márcia é Luz

 

De Márcia que é Sanchez, também, Luz,

Transformo o seu nome em bel verso

E, dele, o meu estro me conduz:

Eu verso a  poetisa ao universo.

 

Não sei se sua vida é poesia,

Mas sei que ela é boa poetisa.

Nem sempre poesia é fantasia,

Porém da fantasia ela precisa.

 

Assim, declama Márcia, em seus versos

Que ama desta vida, a beleza

E versa ao que vê na natureza.

 

Mas nunca o amor lhe é perverso.

Se chora por algum que acabou,

Seus versos cantam mais o que sonhou!

 

Manoel Virgílio

 

Homenagem de Márcia a seu pai: 

A MEU PAI

Quero o olhar mais puro
O beijo mais sincero
A palavra doce
O afago.

Quero ter comigo
O segredo mais profundo
O sorriso mais que doce, perfumado
O abrigo.

Quero cantar a alegria
Chorar a dor
Falar de meus sonhos
Meus pesadelos.

Quero poder te abraçar
E que este abraço seja minha voz
As palavras que não saem
Tão intenso o sentimento.

E que neste pequeno poema
Consiga te mostrar
Minha gratidão
E meu imenso amor

 

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