Oh Pai Eterno

Mais uma contribuição à luta contra a poluição.

 

 

 

 

OH PAI ETERNO!!!

José Ronaldo de Freitas

Senhor, nosso Pai, perdoai aos tolos
Pois eles são muito ignorantes, Pai!
Perdoai os que derrubam e desmatam
As nossas florestas tão ricas e milenares
Já que todos se esquecem que são vida;
Quantos animais e espécies vegetais
Não existem mais, dizimados pelo homem?
Proteja os nossos filhos e netos, oh Senhor!
Pois a Natureza já vem reagindo ao mal…
E eles pagarão pelos absurdos de agora,
Quando a ganância do homem tudo destrói;
Veja, meu Deus, os maremotos na Ásia …
A enchentes e os terremotos na China…
E aqui mesmo, Pai, nos estados do Sul,
Onde o mar invadiu a terra, destruindo tudo!
Iluminai, Amado Senhor, aos nossos mandatários
O Senhor sabe o que eles decidiram ainda agora,
No Japão, que vão diminuir a emissão de gazes…
De que adiantará isso à partir do ano 2.050, Pai?
Até lá, Deus de Bondade, o que restará da terra?
Eu tenho muita pena das gerações futuras, Deus!
E fico me perguntando … será que elas terão VIDA?
Alimentos suficientes? Ou serão todas andróides?
Eu creio também, Senhor, que o AMOR estará extinto
Que as famílias, suporte desse Amor, não existirão!
Os homens destruirão o mundo inteiro, sem demora!
Portanto, Meu Deus, O Senhor que tudo vê e tudo pode
Ilumine a consciência de todos nós, mas tem de ser agora!
Amém … Seja feita a Sua Vontade, Oh Pai Eterno!

 

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Chega de Poluição

 

 

 

 

 

 

 

Poluindo A Terra

 

Em terras que banhadas pelos mares,

 Nas matas, nos desertos e nos ares,

Nas águas escorrendo pelos rios,

Há vida, até, nos Pólos, mesmo frios.

 

A Terra vai girando e o nosso Sol,

No espaço, nossa estrela, qual farol

 Que guia, em plena ordem, seus Planetas,

Satélites, asteróides e cometas.

 

O homem, em desejos de sucesso,

Arrisca alterar, com seu progresso,

Na Terra, a harmonia dos elementos.

 

Dejetos sob os mares e sobre a terra,

O gás que no ozônio abre cratera,

A vida esgotarão, antes do tempo.

 

Manoel Virgílio

 

 

Se quiser reproduzir este soneto, eu agradeço, mas não esqueça de citar a autoria.

 

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No meu ecanto de Encanto mais um “grito” em defesa da natureza.

 

 

EDEN I

 

Eu quero um mundo, onde o dióxido de carbono não polua os ares,
onde o óleo dos petroleiros não envenene os mares,

Um mundo, onde a vida seja respeitada… e preservada…

Eu quero um mundo onde os alimentos brotem da terra,
onde os homens não pensem em guerra,

Um mundo onde exista amor…. e pudor…

Eu quero um mundo onde as raças não sejam discriminadas,
onde as árvores não sejam mais derrubadas,

Um mundo muito mais coerente… e inocente…

Eu quero um mundo, onde a vida animal não seja massacrada,
onde não exista mais criança abandonada, e mais atenção aos velhos seja dada.

Eu quero um mundo, onde não me preocupe onde fica o sul ou o norte,
onde não veja tanta miséria, fome e morte,
onde não tema dos meus filhos a sorte…

Eu quero um mundo onde não exista harpão…
Eu quero um mundo onde não haja prisão…
Eu quero um mundo onde não exista a palavra NÃO…

Sim… quero um mundo desse para mim,
Quero tambem aproveitar o ensejo,
e reiterar mais uma vez meu desejo,
Não deixem nosso planeta morrer assim,

É nesse lugar de tanta harmonia,
onde todos sejam crianças enfim…
que talvez quem sabe, tenhamos um dia,
uma nova chance antes do fim.

Rosana S. Saraiva (Do Livro: Diário de Amor – 18.10.1984)

 
 

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Dia do Escritor

 

Abro um parêntesis na nossa série sobre Ecologia e Violência para postar um soneto em homenagem ao Dia do Escritor, de autoria da poetisa da Academia Virtual Sala de Poetas e Escritores, Márcia Sanchez Luz.

 

 

 

Escrever

Escrever é sorver a dor aos poucos,
é contar a si próprio o que bem sabe,
mas que aflige demais! Por ser tão louco,
faz que a alma, em torpor, logo desabe.

É cruel falar sobre o que machuca!
Mais cruel, entretanto, é não sentir
o que a vida oferece: pura luta
entre o ser complacente e o insurgir.

Se escrever é dar forma a certa ausência
na calada da noite ou mesmo dia,
vou seguir exaurindo a desavença.

Eis portanto o que faz a diferença
entre aquele que vive e contagia
e o que não sente a vida assim intensa.

Márcia Sanchez Luz

 

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Ainda minha série em defesa da Ecologia e contra a Violência

 
 
 
ATITUDE ECOLÓGICA

Rosangela Oliveira
17/07/2008
Nessa luta quero ajudar
O planeta não se pode abandonar
Mas o que podemos fazer
Para a Terra não deixar morrer?

O interesse fala mais alto
A vida material é envolvente
Vivemos em sobressalto
Um fogo queimando a mente

Como podemos isso mudar
Se nos sentimos impotentes
Para dos animais em extinção, sobreviventes
E as crianças abandonadas cuidar

Não poluir os rios desde suas nascentes
Para a moto-serra árvores não cortar
O homem sempre querendo mais
Nada consegue o saciar

Olhando as noticias nos jornais
Vemos o descaso com a ecologia
Os governos mundiais
Com suas sempre demagogias

O que podemos fazer
Se somos simples cidadãos
Em busca do pão para comer
E aos filhos dar a educação

Ao planeta dar a nossa parte
Mesmo que pequena, com arte
O óleo de cozinha depois de usado
Pode em garrafa pet ser colocado

O lixo comum
Do reciclável separado
Todos agindo como um
E o mundo será mudado

Façamos todos nós uma aliança
Para que não morra a esperança
Na rua ou em nosso lar
Lembrar que lixo dá para reciclar

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Série Pela Ecologia, contra a poluição e a violência entre os homens e contra os animais

 

 

 

 

 

 

Luto na Mata.

 

Na mata o silêncio é de luto!

Cortaram muitas árvores e seus frutos.

O homem, impiedoso, não respeita

A obra, para ele, por Deus feita.

 

Nos rios e nos mares, poluídos,

Os plásticos, por peixes engolidos,

Os matam e agridem a natureza.

O lixo se acumula em profundezas.

 

Nos ares a fumaça das queimadas,

Matérias pelas industrias exaladas,

Provocam, do ozônio, a redução.

 

O lixo que é atômico se enterra,

Deixando o perigo sob a terra.

E, assim, segue o Planeta, à exaustão. 

 

 

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Recanto de Encanto Sobre Ecologia e Violência

 

 Hoje com a contribuição da poetisa Estela Maris

 

 

 

 

 

 

 

Contra as Barbáries que se cometem com os animais

  

Bicho Homem

 

Pelas lindas baleias dos sete Mares

Pelos bois que com ferro se marca

Pelo tubarão morto aos milhares

Pelos Golfinhos da Dinamarca

Por esta falta de Amor

Piedade, Senhor

 

Aos cachorros escorraçados

Aos cavalos tão maltratados,

Pelos gatos abandonados

Ao meu grito de dor

Piedade, Senhor

 

Pelos rodeios agonizantes

Pelos testículos esporeados

E aos brutos simpatizantes,

Por todo este desamor

Piedade, Senhor

 

   Pelo extermínio dos elefantes    

Aos touros mortos lá pela Espanha

Pela farra do boi em Navegantes…

Lá ao norte pela ariranha

Pelas vacas Aftosas da Grã Bretanha

Sobre os bichos em seu torpor

Estendei Vossas mãos , oh meu Senhor

 

 

Estela Maris

 

 

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