Mote: “Ilusão de Ótica”, de Lena, Sereníssima

 

  

 

Imaculada

 

Difícil que um sorriso, que tão belo,

Esconda do poeta a imaculada,

Razão desses seus ais, de seu anelo,

A imagem, aos seus olhos, cultuada.

 

Se fecho os meus olhos, eu não fujo.

A imagem é vívida em meus sonhos.

E tudo o que dizes eu refugo

Não fazes o que vejo ser tristonho.

 

Duvido, eu não creio em ilusão!

 És santa imaculada em meu andor,

Que inspira o meu estro, meu amor!

 

Acima de meus olhos, o coração,

Conduz meu sentimento, não me iludo;

– És santa, és mulher, p’ra mim, és tudo!

 

Manoel Virgílio

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