Em Dueto: Rosangela Oliveira e Manoel Virgílio

 

 

Ama-me

 

Se a sua é como a minha vida

Feita de desilusão e desventuras.

Se entre tantas idas e vindas

Faltou a ti um tanto de ternura.

Encosta-te aqui no meu peito

Faça de meu colo o teu abrigo

Com carinho serás acolhido.

Quando descansado e refeito

Conduzir-te-ei por alameda recoberta

Por relva macia entremeada por flores abertas

Onde a paz e o amor convivem com a harmonia

Onde os sorrisos são fartos e cristalina a alegria.

Felicidade é pássaro pousado

Confiante, bem ao alcance da mão.

Venha….estenda-se….distenda-se

Alcança-me….toma-me para si.

Guarde-me dentro do seu coração

E nesta movimentada avenida chamada vida

Caminharemos juntos na mesma direção.

 

Rosangela Oliveira

26/02/2009, Ribeirão Preto/SP

 

 

Na Avenida, Chamada Vida.

 

Na vida, que tu chamas de avenida,

Caminhas, muito só, desiludida.

Porém, desilusões vêm de ilusões

Que foram, em teu caminho, emoções.

 

Se tantas foram as idas e as vindas,

Ficaram, dos intervalos, coisas lindas,

Amores, os reais e os virtuais,

Em sonhos, os mais lindos, os ideais.

 

Desejos, se, alguns, realizados,

Tiveste, se esquecendo as amarguras,

Ainda, na avenida de venturas.

 

Chegando ao teu peito, só, também,

Terás, aquele pássaro, pousado,

Futuro, esquecido o passado.

 

Manoel Virgílio

 

01/13/2009

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