Não beijei, mas desejei!

 

  

O Beijo Que não Dei

 

Um beijo desejei, porém não dei,

 Seria, então, um beijo muito ousado,

Que só em tua boca eu darei.

E, nele, irá um gosto de pecado!

 

Um beijo, língua a língua, entrelaçadas,

Teus olhos bem fechados, toda entregue;

Gargantas que sem ar são sufocadas,

Nem mesmo respirar, já se consegue.

 

Explodes, o ar soltando e já procuras

Um novo beijo e – te amo – é a jura;

Um outro e mais outro, vem cansaço!

 

Sufoco… e entre nós se abre espaço.

Depois; –  o que fizemos, eu indago?

Foi sonho, foi um beijo nunca dado!

 

Manoel Virgílio

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