Um alerta, de Patrícia Neme, à nossa sociedade que, ainda, não acordou para a “Guerra Urbana” que estamos travando nas nossas maiores cidades , com a omissão daqueles que as deviam estar combatendo. MV

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P A  Z   !!!
 
 
 
 
De Patrícia Neme

Quisera cantar a vida,
vida plena, de bom porte.
Mas quando contemplo a vida,
meu canto, é canto de morte.

É morte por bala perdida,
é vida amarga e sem sorte,
da gente desprotegida,
que não teme a própria morte!
Salve, salve, Pátria Amada,
tão perdida… Esfacelada!

Ironia desta vida…
Brasileiro é povo forte!

Gente sem pão, sem guarida,
gente sem rumo, sem norte.
Nossa história enegrecida,
sem quem, com ela, se importe.

Cidadania perdida,
ao bem, não há quem exorte.
Nosso governo invalida
a Independência ou a Morte!
Terra mãe, idolatrada,
por Brasília, estraçalhada…

Onde a brasileira vida,
se votamos pela morte?

Sensação produzida pelo noticiário, todos os dias, a mesma coisa.
Nos omitimos, não tomamos atitudes cidadãs. E o desgoverno “deita e rola”.
O que restará aos nossos descendentes?  Patricia Neme

 

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O Dia Da Bandeira, hoje, quase despercebido. A Bndeira nos representa. Esquecê-la é como nos esquecermos de nós, mesmos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 Bandeira do Brasil

 

No verde e amarelo que ostentas,

Eu vejo que grandezas, representas..

Nas terras do Chuí ao Oiapock

Não há nada, assim, que igual eu note.

 

Ao azul do céu que é belo e tão imenso

Está um povo heróico a que pertenço.

No branco está a paz que nós mantemos

A paz que seja eterna; a Deus, oremos.

 

Nação de raças aqui miscigenadas,

De negros, brancos, índios e mestiços,

É a Raça Brasileira de grã viço.

 

Bandeira dessa Pátria tão amada.

Que é, hoje, pelo mundo respeitada,

De  um povo que é ordeiro, nunca, omisso.

 

Manoel Virgílio

 

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Meus agradecimentos ao poeta Afonso Estebanez pela homenagem que me presta , aqui, que frente a ele, sou, apenas, um humilde fazedor de versos.

 
 
 
 
 
 

CANTO LÍRICO
A MANOEL VIRGÍLIO

A manhã me deu em brisa
a brisa me deu em quanto
deu-me a tu’alma indecisa
os sonhos do teu encanto.

O dia deu-me em ventoso
e a tarde deu-me chuvosa
a noite nos deu num gozo
como o pólen deu na rosa.

E a vida me deu em parte
tudo o que em parte ficou
pelo amor que me reparte
entre as partes que levou.

Tudo aqui dá em saudade
como a saudade do vento
que me excita a liberdade
de viver em pensamento.

Afonso Estebanez
Ao notável poeta Manoel Virgílio
*paladino do amor sem limites*

Homenagem ao nosso Grã Poeta Afonso Estebanez

 

 
Afonso Estebanez

Estebanez, o Afonso, grã poeta,
A sua poesia me é dileta!
É ele um vate, neo-parnasiano
E faz versos qual aqueles que eu amo.

Su’alma, que é sensível, versa ao amor,
O belo que há na rosa, em qualquer flor.
E louva os sentimentos em sua fala,
Em versos, ao amor, nunca se cala.

Estebanez em versos muito faz.
Traz, neles, u’a satisfação que nos compraz
E tantos que seus sejam, venham mais.


Que Deus, sempre, proteja o seu estro,
Por toda sua vida, a verve e o sestro
Que o faz, entre grã vates, ser demais.

Manoel Virgílio

 
 
 
 
 

Por amor, uma entrega total, de um ser a outro ser.

 

 

 

 

Amor Total

Manoel Virgílio

 

Só tenho, sentimentos em você!

É seu meu pensamento, não é mais meu.

 Em mim, é só o amor o que se vê,

Pois nada mais é meu, tudo é seu.

 

São seus os meus desejos, o meu eu,

É toda sua, até, minha vontade.

E nada mais eu quero que de meu,

É esta, hoje, em mim, minha verdade

 

Minh’alma com a sua coexiste,

Você, no meu viver, é o que existe,

É tudo que a mim, agora, assiste.

 

Você é a razão maior de meu viver

De ser, de aqui estar, de meu querer,

Do amor que lhe é total neste meu ser.

 

 

 

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