Regando a Roseira com lágrimas

 

 

 

 

 

Tua Roseira

Manoel Virgílio

 

Ès tu a quem dedico meu carinho,

A rosa, entre as belas, a primeira.

Eu sei que não mereço, nem espinhos,

Mas, rego, nas manhãs tua roseira.

 

És linda, radiante, qual a aurora

Que luz leva às manhãs para o canteiro.

Quisera que hoje fora qual outrora

Que eu fosse em tua vida teu parceiro

 

Perdi tua presença ao meu lado.

Eu busco, não encontro esta verdade,

Verdade de um amor que me é negado.

E, hoje, vou curtindo só saudades.

 

Manhãs, rego a roseira, comovido,

Co’as lágrimas do amor que foi perdido!

Apresentamos a Poetisa Nancy Amorim

No meu Recanto de Encantos, apresentando a excelente poetisa Nancy Amorim

 

 

 

Nancy: O NOSSO MUNDO AZUL…

Escolhi um mundo só para nos dois
Onde não nos importássemos com
O mundo lá fora…Só o nosso amor
É que nos importa!Com beijos,abraços

E carícias nós dois vamos nos amando
Felizes com o nosso doce amor!
Flores lindas cobrem nosso corpo exalando
O melhor perfume com a liberdade sonhada
E o amor desejado!

O passado e ficarmos nós dois lado a lado…
Vamos ter um momento de silêncio e fazer o
Nosso ninho…E nos amar tanto e tanto e esquecer
O mundo lá fora, vamos sonhar com um mundo que
Fizemos só para nós! O nosso mundo azul…

Autora:Nancy Amorim

Publicado no Recanto das Letras em 26/11/2009
Códico do texto

 

 

 

Viver é somar momentos, bons ou maus. Manoel Virgílio

 

 

 

 

 

 

 

 

A Vida Em Momentos

 

A vida é uma soma de momentos

Que às vezes são vividos em alegrias.

Porém, seguem-se outros de tormentos

Que fazem, do viver, uma agonia.

 

Alegra nossa vida a natureza

As flores, o por do sol, tantas belezas.

Mas, tristes convivemos com  as guerras,

Dos homens, as misérias aqui na Terra.

 

O homem, que o passado já não sente,

Que vive o presente intensamente

Esquece que o futuro, não se apura.

 

A vida será toda uma ventura,

No dia em que o homem, em seus momentos,

Da vida, seguir, sempre,  os bons eventos

 

 

Manoel Virgílio

 

 

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Amor maduro, Amor de Outono

 

 

 

 

 

O Amor Maduro

 

 

O amor que é da idade mais madura,

Demonstra possuir mais qualidade.

P’ra gente de razão mais imatura,

O amor é mais o sexo, em verdade.

 

O amor que já maduro, sem ambições,

Não visa tanto o corpo, mais a alma.

Não deixa que o levem em seduções,

Existe, plenamente, mas em calma.

 

O amor que é maduro, é esperança,

De que felicidade ainda alcança

E espera muito mais de um carinho.

 

As longas experiências nos caminhos

Nos mostram que uma vida em harmonia,

É a rota para o amor, com alegria.

 

Manoel Virgílio

Enalteço tua beleza.

 

 

 

 

Tua Beleza

Manoel Virgílio

 

Beleza sempre tem toda mulher,

Mas em ti, a natureza exagerou!

Do estro do poeta mui requer,

Versar sobre o que mais o encantou.

 

No rosto, o que ao poeta faz mais gosto:

– O brilho dos teus olhos que reluz;

– Sorriso nessas faces mui bem posto.

São itens da beleza que seduz.

 

 O corpo todo em curvas torneadas,

O busto bem postado, portentoso.

As pernas, maravilhas alongadas,

Os pés fecham um conjunto esplendoroso.

 

Em versos o poeta não resiste

E canta à beleza que assiste.

Difícil dizer o mais bonito, mas, seja o que for, não é p’ra mim!!!!

 

 

  

 

                                                         Gamei Acertado           

Manoel Virgílio

 

Não sei o que em ti  é mais bonito,

Teu corpo, teu sorriso me dão gosto.

Os olhos cuja luz vai ao infinito

Realçam a beleza do teu rosto.

 

Mas sei por que, contigo, sempre, sonho.

Tu tens neste teu jeito u’a ternura

Que fazem os meus sonhos mais risonhos,

Que trazem, sempre, a mim, muita ventura.

 

Eu sei que não nascestes para mim,

Um anjo que desceu dos céus e, assim,

Mereces, mais que eu,… um querubim.

 

Assim,  eu sigo, só,  mas enlevado

Porque sei que nasci, cedo e errado,

Porém por ti gamei e… acertado!

Sorriso qual o da Gioconda

 

 

Gioconda

Manoel Virgílio

 

Mais bela que a própria Gioconda

Imagem que Da Vinci, em Mona Lisa,

Aos séculos, em tela, eterniza

E ao mundo em estampas, sempre ronda.

 

Quisera o talento de grã vate,

P’ra assim, eternizar o seu sorriso.

Não tenho a inspiração de que preciso

Meu estro que é pobre me abate.

 

Sorriso como o seu nunca existiu

Completa-o um olhar que nos seduz

Que tanto dos seus olhos se reluz.

 

Quisera, para sempre, essa luz

Aberta num sorriso que emitiu

Clarão que à minh’alma seduziu

 

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